Pokémon ocupa um lugar que nenhuma outra marca conseguiu alcançar: é a franquia de mídia de maior bilheteria da história, superando nomes como Star Wars, Marvel, Mickey Mouse e Harry Potter. Mas esse domínio não surgiu apenas da popularidade dos jogos ou do volume gigantesco de produtos vendidos. A verdadeira engrenagem que manteve a marca viva, relevante e lucrativa durante décadas foi — e continua sendo — o anime.
Enquanto outras franquias tentaram imitar a fórmula, poucas compreenderam tão bem o poder da narrativa animada quanto Pokémon.
Como o Anime Transformou Pokémon em um Fenômeno Global
Nos anos 90, Pokémon estreou como um jogo de Game Boy que se tornou um sucesso inesperado. Porém, foi o anime estrelando Ash Ketchum e seu Pikachu que transformou a marca em um fenômeno cultural.
A série apresentou um mundo vibrante, personagens carismáticos e jornadas emocionantes que iam muito além do videogame. Ash não era um herói perfeito — errava, perdia e aprendia — o que criava uma conexão imediata com o público infantil, que cresceu acompanhando suas derrotas e torcendo por sua primeira vitória na Liga, algo que demorou mais de duas décadas para acontecer.
O anime funcionava como um imã de novos fãs:
- introduzia cada geração de jogos,
- dava vida a Pokémon e mecânicas específicas,
- e expandia o universo com histórias que pareciam inesgotáveis.
O resultado foi simples: mais jogadores, mais cartas, mais produtos e um público cada vez maior.
Sem esse impulso, Pokémon provavelmente teria ficado restrito às suas primeiras gerações de jogos.
A Sinergia que Mantém Pokémon Sempre Relevante

O grande diferencial da franquia é sua capacidade de integrar todas as frentes da marca. Cada temporada do anime acompanhava os lançamentos dos jogos, apresentando novos monstrinhos, novas regiões e novos elementos antes mesmo de grande parte do público ter acesso às novidades nos consoles.
O anime nunca foi apenas uma adaptação: ele era a principal vitrine da marca.
Mesmo quando os jogos enfrentaram críticas — especialmente por problemas técnicos nas gerações recentes — o interesse permanecia alto graças à exposição semanal gerada pelo anime. Assim, o público sempre tinha contato com os novos Pokémon, reforçando o interesse pela compra dos jogos e cartas.
O Papel de Pokémon Horizons na Nova Fase da Franquia
Com a saída de Ash Ketchum, muitos se perguntaram se o anime conseguiria manter seu impacto cultural e comercial. A resposta veio com Pokémon Horizons, uma das produções mais elogiadas desde a Liga Índigo.
Agora estrelado por Liko, Roy e o carismático Capitão Pikachu, o anime abandonou a fórmula tradicional de jornadas de ginásio e adotou uma estrutura de aventura mais contínua. Ainda assim, sua função permanece a mesma:
- impulsionar a popularidade das gerações mais recentes,
- incorporar mecânicas como Terrastalização,
- manter Pokémon em constante evidência,
- e preparar terreno para lançamentos como Pokémon Legends: Z-A.
Pokémon Horizons prova que, mesmo sem seu protagonista mais icônico, o anime continua sendo a espinha dorsal da marca.
Por Que o Anime Continua Sendo Essencial

A franquia encontrou um modelo perfeito: jogos que renovam o interesse comercial e um anime semanal que mantém a marca viva no imaginário coletivo. Essa combinação alimenta um ciclo contínuo de novos fãs, novas vendas e novas gerações de conteúdo.
Enquanto existir televisão — e streaming — Pokémon continuará exibindo episódios que atraem crianças e adultos, deixando cada um deles mais próximo do universo da marca.
E é essa continuidade que transforma Pokémon não apenas em um sucesso comercial, mas em parte da cultura mundial.
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