Os jogos de terror indie conquistaram um espaço especial no universo das lives.
Com experiências inovadoras, atmosferas intensas e sustos imprevisíveis, eles criam momentos únicos tanto para quem joga quanto para quem assiste.
Ao contrário dos grandes títulos AAA, os jogos indie apostam em criatividade e narrativa. Eles entendem que medo depende de atmosfera, não de gráficos caros. Esse enfoque gera conteúdo perfeito para transmissões ao vivo.
A seguir, listamos os 10 melhores jogos de terror indie ideais para lives. São experiências capazes de gerar engajamento, comentários e momentos memoráveis.
1. Phasmophobia
Investigação sobrenatural com amigos

Phasmophobia transformou o gênero de terror cooperativo.
Neste jogo, até quatro jogadores assumem o papel de investigadores paranormais.
Cada partida é imprevisível. O desconhecido espreita em cada canto.
O sucesso de Phasmophobia está na interação. A comunicação entre os jogadores e as reações ao paranormal criam cenas ótimas para a live.
2. Five Nights at Freddy’s (série)
Sustos clássicos no ritmo do relógio

Five Nights at Freddy’s trouxe uma fórmula simples e eficaz: sobreviver a criaturas animatrônicas enquanto o tempo passa.
O jogo usa tensão sonora, câmera fixa e limitação de recursos para aumentar o medo.
A série inteira rendeu virais, memes e momentos icônicos para transmissões.
É um dos jogos mais assistidos em lives de terror.
3. Outlast
Terror clínico e claustrofobia

Outlast se destaca pela atmosfera sufocante.
Jogadores exploram um hospital psiquiátrico abandonado sem armas.
A única defesa é correr ou se esconder.
A ausência de combate direto intensifica o medo.
Cada passo pode ser fatal.
O suspense constante faz de Outlast um prato cheio para lives.
4. Little Nightmares
Medo em miniatura, terror em grande escala

Little Nightmares une plataforma e horror em um mundo surreal.
Personagens pequenos enfrentam ambientes gigantescos e aterrorizantes.
O jogo aposta em som e design ambiental para construir medo.
A narrativa é envolvente e visualmente marcante.
Ideal para quem quer terror com estilo artístico.
5. Detention
Horror psicológico em contexto histórico

Detention se passa em uma escola taiwanesa sob lei marcial.
O jogo combina elementos reais com grotesco.
Não há combate.
O foco está em narrativa, ambientação e escolhas.
É perfeito para quem busca um terror introspectivo e tenso.
6. Layers of Fear (indie clássico)
Arte perturbadora e narrativa saturada de medo

Layers of Fear é um jogo centrado na loucura e na criação artística.
O jogador explora uma mansão cheia de memórias fragmentadas enquanto eventos perturbadores se desenrolam.
A direção artística é um dos pilares da experiência.
Cada cena parece tirada de um pesadelo.
O ritmo lento favorece climas intensos em live.
7. Darkwood
Terror top-down com atmosfera opressiva

Darkwood se destaca por sua perspectiva única no gênero.
Com visão top-down, o jogador vive em um mundo pós-apocalíptico.
A escuridão é inimiga, e cada noite é uma batalha pela sobrevivência.
O jogo mistura RPG com terror psicológico.
Decisões importam, e cada erro pode ser fatal.
Uma escolha diferente e igualmente assustadora para lives.
8. MADiSON
Terror psicológico focado em quebra-cabeças e tensão extrema

MADiSON é um dos jogos de terror indie mais perturbadores dos últimos anos.
A experiência é construída em primeira pessoa, com forte inspiração em clássicos do horror psicológico.
O jogador explora uma casa amaldiçoada enquanto resolve quebra-cabeças conectados a uma câmera instantânea. Cada fotografia revela segredos, ativa eventos e aprofunda o mistério.
O ritmo é calculado.
O silêncio pesa.
Os sustos são imprevisíveis.
9. DEVOTION
Horror psicológico narrativo que prende pelo desconforto

Devotion é um jogo de terror indie que aposta menos em sustos repentinos e mais em uma atmosfera profundamente opressiva.
Ambientado em um apartamento em Taiwan nos anos 1980, o jogo aborda temas como fé, culpa, luto e obsessão.
A narrativa é fragmentada.
O terror é sutil.
O impacto emocional é constante.
Para lives, Devotion funciona especialmente bem com streamers que gostam de interpretar, teorizar e envolver o chat na construção da história. Cada detalhe do cenário gera discussão, teorias e reações genuínas do público.
É um jogo que não grita.
Ele sussurra — e isso o torna ainda mais perturbador.
10. VISAGE
Terror em primeira pessoa feito para arrancar reações reais

Visage é frequentemente citado como um dos jogos de terror indie mais assustadores já feitos.
Inspirado diretamente em P.T., o jogo coloca o jogador dentro de uma casa onde eventos paranormais se manifestam de forma imprevisível.
Não há sensação de segurança.
Não existe padrão claro.
A tensão é constante.
O sistema de sanidade faz com que o jogador nunca saiba quando algo vai acontecer, criando reações espontâneas — exatamente o que funciona melhor em lives de terror.
Visage é ideal para transmissões focadas em sustos, silêncio constrangedor, gritos e clipes virais.
Por que jogos indie funcionam tão bem em live
Os jogos de terror indie não dependem de efeitos caros. Eles dependem de emoção crua.
E isso gera momentos autênticos.
Lives de horror se sustentam por:
- reações genuínas
- narrativa imprevisível
- momentos de silêncio e sustos repentinos
- interação do público com o streamer
Esses títulos entregam tudo isso e muito mais.
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