O retorno do Super Saiyajin 4 em Dragon Ball Daima pegou fãs de surpresa. A forma, eternizada em Dragon Ball GT, não apenas voltou como ganhou uma reformulação completa. Mais madura. Mais feroz. Mais poderosa. E, segundo muitos especialistas e fãs, superior ao SSJ4 original em praticamente todos os aspectos — conceito, execução e narrativa.
A aparição dessa transformação em Daima reacende debates antigos. Mas, desta vez, com um diferencial importante: Toriyama está diretamente envolvido, algo que não aconteceu com GT. O resultado é uma forma que respeita o legado, corrige fragilidades e expande o que o SSJ4 poderia ter sido desde o início.
A origem reformulada
O SSJ4 sempre teve um charme próprio. Diferente das transformações douradas e azuladas das sagas principais, ele misturava a força bruta do Oozaru com o domínio racional dos Saiyajins. Em Daima, porém, o conceito foi refinado.
A transformação surge como resultado de uma energia primal associada às origens saiyajins, mas adaptada a um corpo rejuvenescido — o que cria um contraste visual e narrativo.
As cenas mostram um equilíbrio raro: selvageria controlada. Poder em estado puro. Uma forma que parece tanto mística quanto biológica.
E, ao contrário de GT, a explicação se encaixa na mitologia atual, criando conexão direta com o Ki divino, algo que não existia na época.
Evolução visual e de design
No design, a nova forma brilha.
Linhas mais nítidas. Uma silhueta agressiva. Olhos intensos, que remetem diretamente ao instinto animal.
A paleta de cores é mais profunda, dando peso dramático à transformação. O traço mais moderno reforça detalhes antes sutis, como a textura dos pelos, a musculatura e a postura instintiva de combate.
O resultado é uma versão mais coerente e atualizada da ideia original — um SSJ4 pensado para 2025, e não para 1996.

Em termos de força, a diferença é clara.
A nova forma em Daima demonstra:
– Aumento expressivo de velocidade.
Movimentos curtos, precisos e impossíveis de rastrear a olho nu.
– Ki estável e massivo.
A aura é compacta e densa. Sem o vazamento exagerado visto em GT.
– Integração com energia divina.
Indica que o usuário pode mesclar poder primitivo com técnicas modernas.
– Resistência elevadíssima.
Impactos diretos que, no passado, destruiriam o estado do SSJ4, agora são absorvidos com naturalidade.
Além disso, a forma demonstra controle emocional superior.
Isso contrasta com o lado feral exagerado da versão de GT, que por vezes deixava a transformação instável.
Técnicas inéditas e leitura moderna de combate
As técnicas vistas — e insinuadas — em Daima apontam para um SSJ4 mais estratégico.
Não é apenas explosão de força. É cálculo. É leitura de movimentos. É domínio corporal absoluto.
Entre as habilidades destacam-se:
– Golpes de impacto concentrado, capazes de romper barreiras energéticas densas.
– Amplificação instantânea de Ki, sem aumentar o gasto energético.
– Visão de combate aprimorada, quase como um pré-instinto.
– Combinações de artes marciais tradicionais com força animal, criando uma cadência de golpes inédita.
É uma leitura moderna da transformação: menos espetáculo visual, mais técnica refinada.

A volta do SSJ4 em uma versão superior reabre inúmeras possibilidades.
A forma agora:
– Conecta a nostalgia de GT com a cronologia oficial.
– Revaloriza o conceito de poder primal.
– Expande o universo dos Saiyajins.
– Cria terreno para novas variações e evoluções.
É um gesto claro da equipe de Daima: trazer o passado para o presente sem ignorar o desenvolvimento da franquia.
Um novo legado para o Super Saiyajin 4
A versão de GT sempre dividiu opiniões, mas conquistou seu espaço pela ousadia visual e conceitual. Agora, Daima faz algo raro: preserva a essência e ao mesmo tempo supera o original em execução, contexto e potência.
O novo SSJ4 já nasce icônico.
Já nasce memorável.
E já nasce determinante para o futuro da série.
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